HISTÓRICO

O Instituto Histórico de Olinda foi fundado em 05 de maio de 1951 pelo jornalista olindense Gastão Manguinho. O Diário de Pernambuco de publicou em 12 de abril de 1951 o anúncio dos preparativos para a instalação do IHO:

“Será brevemente fundado, nesta cidade, o Instituto Histórico de Olinda, de iniciativa do jornalista Gastão Manguinho, com a cooperação de elementos de projeção em Olinda e na capital, e de historiadores, jornalistas e homens de letras. Já deram o seu apelo integral à ideia o prefeito Manuel Regueira, o vice-prefeito engenheiro Lauriston Pessoa Monteiro, o Dr. Olímpio Costa Filho, diretor da Biblioteca Pública do Estado, o Dr. José Maria de Albuquerque Melo, diretor do Museu do Estado, Dom Pedro Bandeira, prior do Mosteiro de São Bento, o cônego Xavier Pedrosa, os historiadores Luiz Estêvão de Oliveira, José Antônio Gonsalves de Mello Neto, Naason Figueiredo, Mário Melo, Otávio Pinto, Getúlio César, Hermógenes Viana, jornalistas Gilberto Osório, Costa Porto, Gomes Maranhão, Andrade Lima Filho, Luiz Beltrão, Dr. Lauro Raposo,

presidente do Instituto Histórico de Goiana, os intelectuais Paulino de Andrade, Esdras Farias, os rotarianos Raimundo Diniz, José Neves, Antônio Galvão, Barreto Guimarães, Manuel Valença Filho, Alcindo Pedrosa, João Batista de Carvalho, José Brasileiro, Edesio Gonçalves, Luiz Gonzaga, Severino Mendonça, advogados Pelópidas Castro e Adolfo Gudes Alcoforado, banqueiro João Matos Guimarães, vereador Olavo Viana, Dr. Nivaldo Machado, Dr. Alfredo Lopes, Dr. Walfrido Advícula, Dr. Benjamin Machado, Temistócles de Andrade, José Nascimento, industrial Pedro Braga, tabelião Alcides Ribeiro, arquiteto Azambuja Neto, Dr. Carlos Belo, Dr. Cardoso da Silva, Dr. Galileu Figueiredo, industrial Tiago Mendonça, Dr. Armando Maia.”

O primeiro presidente do IHO foi o advogado Raymundo Diniz. Entre os sócios fundadores do IHO estavam também José Maria de Albuquerque Melo, Lauro Gusmão, Benjamin Machado, Alcides Pedrosa, Olímpio Bonald Neto, Vanildo Bezerra Cavalcanti, Alcides Ribeiro, Barreto Guimarães, Otávio Pinto e José Jerônimo do Nascimento, entre outros.

Tão logo passou a funcionar regularmente, o IHO, por intermédio de seus sócios, passou a defender a preservação do patrimônio histórico e cultural de Olinda. Entre as várias ações encampadas, destaca-se a movimentação para garantir recursos públicos para a conservação dos monumentos da cidade, a formação de um acervo bibliográfico de referência e a promoção de ações educativas e comemorativas que chamasse a atenção do grande público para a importância de Olinda na história do Brasil e para a necessidade de sua preservação. Suas atividades foram reconhecidas pelo Governo do Estado com a concessão do título de utilidade pública estadual pela lei 3.420, de 16/09/1959, sancionada pelo então Governador Cid Sampaio.

O IHO segue firme na consecução de seus objetivos fundacionais. Após quase sete décadas de funcionamento ininterrupto, gerações de olindenses, de nascimento e de adoção, continuam dando vida a esta instituição cultural com tantos serviços prestados à nossa comunidade. O IHO, sem esquecer seu passado, mira agora o futuro, divisando novos horizontes na difícil, mas valiosa, missão de continuar defendendo e divulgando a cultura, a história e as tradições de Olinda, cidade Patrimônio Mundial da Humanidade. 

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